segunda-feira, 8 de abril de 2013

João e o pé de feijão


“Nas casas onde existem os contadores
de histórias, quem conseguir ficar
acordado para ouvi-los, será com
 certeza um sábio quando crescer. ….”
     Clarissa Pinkola Estés


Os contadores de histórias das florestas falam de dois tipos de fome.
Dizem que há a fome física e também a Grande Fome.
Esta é a fome por sentido.
Existe apenas uma coisa insuportável: uma vida sem sentido.
Não há nada errado com a busca pela felicidade.
Mas existe algo grande _ sentido _ que é capaz de transformar tudo.
Quando você tem sentido, você é feliz, você pertence.  
 
(Sir Laurens van der Post, no documentário Hasten Slowly)



João abandona a crença no poder mágico da auto-afirmação fálica quando derruba o pé de feijão..." BETTELHEIM,1980


A história mostra  os estágios do desenvolvimento que um menino deve atravessar para se tornar um ser humano independente, e mostra como isso é possível, e até mesmo agradável – apesar dos perigos- e é até muito vantajoso.”
             BETTELHEIM

Novas ideias vão brotar da cabeça do João!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

PINTANDO COM TÊMPERA

têmpera é uma técnica de pintura no qual os pigmentos ou os corantes podem ser misturados com um aglutinante. Esse aglutinante pode ser uma emulsão de água e gema de ovo, o ovo inteiro, ou somente a clara.
  A técnica de pintura a têmpera foi largamente utilizada na arte italianos séculos XIV e XV, tanto em afrescos como em painéis de madeira preparados com gesso ou cré.

Do ponto de vista tecnológico, por ter um tempo de secagem muito rápido, a gradação de tons é difícil de se fazer sem se recorrer a um tracejado de pincelada.

  Quanto ao resultado final, as cores da têmpera são brilhantes e translúcidas, no entanto, é possível criar cores opacas e fortes, 


Visita e almoço no CADEG - Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara

Localizado entre os bairros de Benfica e São Cristóvão, o Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara - o Cadeg - é um gigantesco galpão que reúne mais de 700 estabelecimentos comerciais. Em seus quatro pavimentos estão à venda os mais diferentes produtos nacionais e importados, principalmente no atacado: frutas, legumes, laticínios, bebidas, flores, materiais para decoração, embalagens. Segundo números do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), trabalham ali cerca de oito
mil funcionários, que atendem a uma média de 28 mil pessoas por semana.

Erguido em 1962, é hoje muito procurado por empresários do ramo de gastronomia da cidade. Neste que é o maior centro comercial da cidade, é possível encontrar temperos e ingredientes das culinárias italiana, portuguesa e árabe.

Recentemente, o Cadeg passou por uma onda de valorização, atraindo, além de comerciantes, cada vez mais visitantes em busca dos produtos também vendidos no varejo e da comida de preço baixo de seus restaurantes.