sábado, 14 de novembro de 2015

Experiências sensoriais no Curso de Formação em Arteterapia





O Rouxinol e a Rosa

Era uma vez, um Rouxinol que vivia em um jardim. No jardim havia uma casa, cuja janela se abria todas as manhãs. Na janela, um jovem, comia pão, olhando as belezas do jardim. Sempre deixava cair farelos de pão, sobre a janela. O Rouxinol, comia os farelos,acreditando que o jovem os deixava de propósito para ele. Assim criou um grande afeto, pelo jovem que se importava em alimentá-lo, mesmo com migalhas.
O jovem um dia se apaixonou. Ao se declarar a sua amada, ela disse que só aceitaria seu amor, se como prova, ele desse a ela, na manhã seguinte, uma Rosa vermelha. O jovem, percorreu todas as floriculturas da cidade, sua busca foi em vão, não encontrou nenhuma Rosa para ofertar a sua amada. Triste, desolado, o jovem foi falar com o jardineiro da casa onde vivia. O jardineiro explicou a ele, que poderia presenteá-la com Petúnias, Violetas, Cravos, menos Rosas. Elas estavam fora de época, era impossível consegui-las, naquela estação.O Rouxinol, que escutara a conversa, ficou penalizado pela desolação do jovem, teria que fazer algo para ajudar seu amigo, a conseguir a flor.
Assim, a ave procurou o Deus dos pássaros que assim falou:
- Na verdade, você pode conseguir uma Rosa Vermelha para teu amigo, mas o sacrifício é grande, e pode custar- lhe a vida!
- Não importa respondeu a ave. O que devo fazer?
- Bem, você terá que se emaranhar em uma roseira, e ali cantar a noite toda, sem parar, o esforço é muito grande, seu peito pode não agüentar.
- Assim farei, respondeu a ave, é para a felicidade de um amigo!
Quando escureceu, o Rouxinol, se emaranhou em meio a uma roseira, que ficava frente a janela do jovem. Ali, se pôs a cantar, seu canto mais alegre, precisava caprichar na formação da flor.Um grande espinho, começou a entrar no peito do Rouxinol, quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito. O rouxinol não parou, continuou seu canto, pela felicidade de um amigo, um canto que simbolizava gratidão, amizade. Um canto de doação, mesmo que fosse da própria vida!
Do peito da pobre ave, começou a escorrer sangue, que foi se acumulando sobre o galho da roseira, mas ela não se deteve nem se entristeceu.
Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem se deteve diante da mais linda Rosa vermelha, formada pelo sangue da ave, nem questionou o milagre, apenas colheu a Rosa.
Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:
- Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi se enfiar justamente em meio a roseira que tem espinhos, pelo menos agora dormirei melhor, sem ter que escutar seu canto chato.
Moral da história: Cada um, dá o que tem no coração,
cada um recebe com o coração que tem.....
Adaptação de um conto de Oscar Wilde por Lady Foppa 

domingo, 25 de outubro de 2015

Natal com bonecas

As primeiras bonecas do Projeto Boneca Bonita para doação de Natal já estão sendo enviadas para o Hospital de Câncer Infantil em Porto Alegre, RS, Brasil. Estamos muito felizes em poder contribuir com um pouco do nosso afeto para essas crianças. Em breve postaremos a foto das bonecas chegando ao seu destino.







Palestra: Otimismo Criativo

 Cris Piloto apresentou sua palestra sobre Otimismo Criativo neste sábado de outubro de 2015 ,o Instituto "Venha Conosco". Contou com a participação de Arteterapeutas e pessoas interessadas no assunto. Mais uma vez foi de grande contribuição para uma forma de pensar fora do padrão e também  muito divertido, ao produzir um desenho.





quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Dragão e Pavão

Início do processo de individuação – encontramos o dragão, o negrume...
Encontro é sofrido – a matéria sofre até a nigredo desaparecer. Queimar coisas que quer “matar”, jogar fora, destruir...



A  glória é alcançada, a aurora será anunciada pela cauda do pavão – novo dia nascerá.
Albedo – estado de brancura (estado de abstração) não se vive;
Para usufruir da vida tem que ter sangue – rubedo – vermelhidão da vida.
“penas” do pavão  - coisas que seriam a passagem para as mudanças gloriosas


“Só o sangue pode reanimar o glorioso estado de consciência em que o derradeiro vestígio de negrume é dissolvido...” (EDINGER, p. 165)

Boneca Bonita na Casa de Espanha


Tivemos uma manhã de sol muito agradável na Casa de Espanha com o projeto Boneca Bonita. Um grupo de senhoras produziu mais bonecas para serem distribuídas no natal para crianças de área de vulnerabilidade social e risco. Ainda vamos fazer outras oficinas. 














domingo, 4 de outubro de 2015

VOEJANDO SOBRE IMAGENS

Oficina de arteterapia com alunos do 8º período de Enfermagem pela UNIRIO, RJ e professora Denise.


 Muita conversa, descontração e alegria na produção da transformação da lagarta em borboleta.

                       Ricas trocas de ideias, aprendizagens e habilidades na hora da oficina.



                                                    Voejar como a borboleta por onde?